Cultura de Paz – A Paz é o Caminho – 1

A paz é o caminho -1 
Cultura de Paz 

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Bandeira da Paz, “plantada” no Parque da Água Branca, em sintonia com o programa lançado pela Unesco na virada do milênio – Por uma década de Cultura de Paz – ladeada pelas bandeiras nacional, do estado e do município. 

Dissemos plantada, e não hasteada, numa referência aos organismos vivos que demandam cuidados e atenção diuturnamente. 

Assim, com seu tremular permanente na Arena do referido Parque, era um convite permanente, ao cultivo de uma convivência respeitosa, construção bem como à construção de um mundo mais justo e equânime. 

 A inspiração para esteo movimento veio-nos de um ensinamento de Ganhdi: “Não existe caminho para a paz. A Paz é o caminho.” 

E assim, com inspiração ganhdiana surgiu “A Paz é o caminho…” que já atravessa duas décadas. 

A proposta foi respaldada pelo então Comitê Por Uma Década de Cultura de Paz, pelo acolhimento da associação Palas Athena, pelo Conselho Parlamentar de Cultura de Paz, e por mais de uma dezena de entidades e personalidades (nomeados adiante), incorporada aos propósitos do Revelando e do Festival da Amizade. Vem deixando ao longo de sua trajetória um lastro luminoso. 

É interessante apontar que até o “nascedouro” da Década o conceito de Paz não era claro para todos nós. Ao longo destes dois milênios fomos nos habituando a uma idéia de paz transcendental, que se busca e se recebe como um dom divino, e não como uma condição essencial à humanidade e ao mundo. Paz na terra aos homens de boa vontade! 

Nos habituamos também com a idéia transcendental de amor, como algo buscado e atingido em momentos especiais, e não como condição essencial e permanente para a nossa estada no mundo, para a nossa salvação coletiva e não individual. 

A partir de então, passamos a nos reunir semanalmente na sede da Palas Athena, um grupo de uma grande transversalidade de propósitos e de ações, as entidades e pessoas que foram oferecendo subsídios para que aclarássemos, a partir do exercício do diálogo e contribuições respeitosas, esta “nova abordagem embutida no conceito surgente”.  

Este mesmo grupo contribuiu para a criação do Conselho Parlamentar de Cultura de Paz, acolhido pela ALESP, e que serviu de inspiração para a criação de congêneres em várias partes do mundo. Foi também o suporte para a proposta do “A Paz é o Caminho…”, o memo grupo e as mesmas pessoas que ajudaram a empreitar o referido plantio da Bandeira da Paz, e assumindo-se como seus guardiães

arena

Presenças em uma das muitas substituições da “flâmula” que contribuía para a nossa sintonia: (A partir do canto esquerdo) – Sandra Epega (Tadição de Orixá), Paulo Santos (Unisóis), Luciana Frraz (Brhma Kumaris), Marli Pedra (Casa Urusvati), Sheik Ragip (Islamismo), Reverendo Elias Andrade (Presbiteriano), Monja Cohen (Budista), Francelino de Shapanan (Mina/Jeje), Cacilda Geraldo (Rainha Conga).

Encontro Inter-religioso (incluir na pag

Sheik Ragip, Cacilda Geraldo,Monja Koen, Reverendo Elias, Luciana Ferraz, Francelino de Xapanan 

Paz na terra pelos homens de boa vontade 

Nos habituamos, ainda, à idéia arcaica de que os humanos devemos lutar e vencer, para sobreviver. Falamos de competição e luta criando um viver em competição e luta, e não só entre nós, mas também com o meio natural que nos possibilita, como sendo a forma normal do viver. 

Entretanto não é a luta o modo fundamental de relação humana, mas a colaboração e o compartilhamento. Não é a agressão a emoção fundamental que define o humano, mas o amor, a coexistência na aceitação do outro como um legítimo outro na convivência, no respeito às diferenças, no compartilhamento. E na justiça.  

A competição e a vitória implicam na derrota do outro. Por isso as interações baseadas na competição, no preconceito, na obediência, na negação do outro, na exclusão não podem ser ditas sociais, pois negam nossa condição biológica de seres dependentes do amor; negam o outro como legítimo outro na convivência.  A ambição pode, ocasionalmente, levar à riqueza ou ao êxito individual, mas não leva à transformação harmônica do mundo na sabedoria de uma convivência que não vai gerar nem pobreza nem abuso. Coexistência harmônica com o mundo natural, com a consciência de que um espirro mal dado poderá abalar as estrelas. 

Assim a paz não é um dom, mas a consequência desse amor que se fundamenta nas relações, na aceitação mútua, e, como ele, deve ser cultivada, a cada dia. Tem que ser construída por cada um de nós.  

É contagiosa. Se a queremos no mundo é preciso começar por tê-la dentro de nós, cultivá-la com todos e não somente com os amigos! Começa na própria rua e se espalha, aos poucos, pelo bairro. Sem concessões a  malandrices e sem fugir perante  uma injustiça! 
    Para se fazer rir toda uma rua, basta começar a rir.  

Com a paz há de ser a mesma coisa. Já não nos aconteceu de nos sentirmos felizes, um dia de manhã, mesmo sem motivo, e ao encontrar um desconhecido na rua sentir desejo de lhe dizer: Bom dia, tudo bem? E nesse dia nos sentirmos fortes, capazes de enfrentar quaisquer dificuldades, de ajudar qualquer um?  

Amar os outros para os obrigar a amar outros- e assim de seguida em toda a terra! Começa assim a paz! Mas isto não é fácil… 

É provável que o que estejamos a lhes dizer, seja aproximadamente o que estejam pensando também. E é bom quando dizemos palavras que não podem se recusar ouvir.  

È indispensável que haja alguém que dê o primeiro passo. E porque não nos dizermos que há de ser aqui, agora? Se estivermos assim de acordo, sem pensamentos reservados, a paz será um fato!…  

                                                                                                                                      Toninho Macedo
                                                                                                          Natal 1999 

Inspirado nas idéias de Gilbert Cesbron, expressas em “Os Santos vão para o inferno” e de Humberto Maturana, bem como nos esforços das vivências da Abaçaí Cultura e Arte.  

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Fazenda São Bernardo 
Evento de “entrada” (posse). Caminhada pela paz e Plantio da Bandeira, marco da Cultura de Paz na Fazenda e no município. Dezembro de 2014.

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