Artesanado de Palha de milho, da cidade de Redenção da Serra. Artesã Giselda. Fotografia de Reinaldo Meneguim

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Jongo

Jongo é dança de origem banto, do mesmo tronco do batuque, ambos, ancestrais do samba e do pagode, que resiste em alguns pontos do Vale do Paraíba. Em Taubaté, São Luis do Paraitinga, Pindamonhangaba e Cunha, encontram-se os últimos redutos de jongueiros do Vale Paulista e que se acham, no momento, em fase de revivescência. Estruturado em roda, em torno de uma fogueira que ajuda a manter a afinação dos tambores, realizam-se hoje em praças públicas, da mesma forma que, outrora, ocorriam nos terreiros. Com…

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Figureiros

Figureiros se auto intitulam os artistas populares do Vale do Paraíba que recriam com barro (cru) figuras e cenas do seu dia-a-dia, ou do seu imaginário. Arte resultante não de aprendizado sistemático ou ensinamentos especiais, mas de uma tradição, da curiosidade ou das experiências pessoais do próprio artista. Ocorrência: Caraguatatuba, Pindamonhangaba, Santa Branca, São Bento do Sapucaí, São Jose dos Campos, Taubaté, Tremembé.

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Bonecão

Bonecos de rua (gigantes) e bichinhos de saias, enquanto expressões populares e tradicionais, fazem parte da vida cultural de mais de 25 municípios paulistas. Aparecem durante todo o ano integrando os calendários cívicos, do carnaval e mesmo de festas religiosas em quase todas as regiões do Estado. Perderam-se no tempo os referenciais de sua chegada a São Paulo. Mas conservaram-se os traços básicos que os filiam a suas matrizes ibéricas, sobretudo na relação com os bonecos processionais espanhóis. Variam as denominações dos conjuntos – Juritica…

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Moçambique

Moçambique ou maçambiques são folguedos que aparecem durante quase todo ano nos municípios do Vale do Paraíba, nos que circundam a cabeceira do Tietê e Noroeste de São Paulo. São grupos religiosos que homenageiam com suas musicas e suas danças seus santos padroeiros, sobretudo São Benedito e Nossa Senhora do Rosário. Suas atuações caracterizam-se por manobras (evoluções) e manejos de bastões, por vezes complicados. Seu trago distintivo são os paias, (carreiras de guizos) ou gungas (pequenos chocalhos de lata), atados aos tornozelos dos moçambiqueiros. Ocorrência:…

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Cavalhadas

Os cavaleiros (12 representando Mouros e 12 representando Cristãos) sempre muito hábeis nas manobras com seus animais esforçam-se em campo para dar conta do entrecho dramático. E através de carreiras e evoluções, em duplas ou grupais, de manejos de espadas, lanças e tiros de festim, e com a participação de coadjuvantes mascarados, sempre em números variáveis. A luta termina com a vitória dos Cristãos e a conversão os Mouros. Há hoje em São Paulo duas modalidades de cavalhadas. Aquelas que reelaboram os relatos das lutas…

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Cavalarias

Cavalarias (a denominação mais usual) e cavalgadas como sinônimos de quantidades de cavalos, reunião de pessoas a cavalo, reunião ou marcha de cavaleiros com finalidade de lazer ou mesmo religiosa, são um traço comum em todo o Estado, com área de maior concentração na Grande São Paulo e no Cone Leste, mostrando o grande o gosto, o prazer de significativa parcela dos cidadãos de todas as classes sociais no trato com os cavalos. Sua expressão mais significativa se dá nas inúmeras romarias a cavalo e…

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Catira

Catira e cateretê são denominações de nossas danças de sapateado, derivadas do antigo fandango português. Ponteiam todo o Estado, incluindo-se a grande São Paulo. Com os Encontros de Catira no Revelando São Paulo buscamos estimular a participação das crianças e grupos de jovens. Pertencente ao núcleo das danças de palmeados e sapateados , acompanhados, sempre, por duplas de violeiros que alternam as modas com a atuação dos catireiros. Outrora essencialmente masculina, muitos grupos já admitem a participação de mulheres que devem, tanto quanto os homens,…

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