Artesanado de Palha de milho, da cidade de Redenção da Serra. Artesã Giselda. Fotografia de Reinaldo Meneguim

Category Archives: Folguedos

Pastoria

Pastorias do Senhor Menino ou Companhias de Pastores são grupos constituídos por homens vestidos à moda de pastores e longos cajados enfeitados com fitas, que percutem no chão enquanto se movimentam. Com cantos dolentes e declamação de loas, encenam a viagem dos pastores de Belém, visitando as casas e os presépios na comunidade. Ocorrência: Caconde e Campinas.

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Caiapó

Bugrada, Caiapós ou Caiapô são denominações com que aparecem entre nós, folguedos com temática indianista, calcada, sobretudo, na visão de um “índio idealizado”. Atuam durante o ano todo nos diversos ciclos culturais, em especial no carnaval, e em festas dos santos padroeiros e de devoção popular, seguindo em cortejo pelas ruas das cidades, com paradas para dramatizações esquemáticas. Ocorrência: Ilhabela, Joanópolis, Mairiporã, Piracaia, São Jose do Rio Pardo, São Sebastião.

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Reiada

Reiada é o nome que os paulistas no Litoral Sul e em parte do Vale do Ribeira dão aos folguedos do Ciclo de Natal. De conteúdo essencialmente religioso e acompanhado sempre por violas e rabecas, secundadas por violões, caixa, ferrinhos e, eventualmente, cavaquinhos, conservam uma feição, grosso modo, ibérica.  

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Moçambique

Moçambique ou maçambiques são folguedos que aparecem durante quase todo ano nos municípios do Vale do Paraíba, nos que circundam a cabeceira do Tietê e Noroeste de São Paulo. São grupos religiosos que homenageiam com suas musicas e suas danças seus santos padroeiros, sobretudo São Benedito e Nossa Senhora do Rosário. Suas atuações caracterizam-se por manobras (evoluções) e manejos de bastões, por vezes complicados. Seu trago distintivo são os paias, (carreiras de guizos) ou gungas (pequenos chocalhos de lata), atados aos tornozelos dos moçambiqueiros. Ocorrência:…

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Congos

Congos, Congadas são folguedos que comumente aparecem na forma de préstitos (cortejos), os participantes cantando e dançando, em festas religiosas ou profanas, homenageando, de forma especial, São Benedito. Muitos desses folguedos cumprem também um papel auxiliar no catolicismo popular, ajudando tantos e tantos devotos a cumprir suas promessas. Sua instrumentação varia em cada região, havendo destaque para a percussão, sempre com muito peso estimulando muitos momentos de bailados vigorosos e manobras complicadas. Ha congos de sainhas, com grande quantidade de caixas, com chapéus de fitas,…

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Cavalhadas

Os cavaleiros (12 representando Mouros e 12 representando Cristãos) sempre muito hábeis nas manobras com seus animais esforçam-se em campo para dar conta do entrecho dramático. E através de carreiras e evoluções, em duplas ou grupais, de manejos de espadas, lanças e tiros de festim, e com a participação de coadjuvantes mascarados, sempre em números variáveis. A luta termina com a vitória dos Cristãos e a conversão os Mouros. Há hoje em São Paulo duas modalidades de cavalhadas. Aquelas que reelaboram os relatos das lutas…

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Paixão de Cristo

Com uma variação muito grande de abordagens e de utilização de parafernálias técnicas, multiplicam-se por todo o Estado os Chamados autos da paixão. Têm sempre como célula mater grupos de teatro amador ou grupos comunitários que possuem na encenação a razão primeira de suas existências. Com apoio ou não das prefeituras locais ou das igrejas, muitas destas encenações ocupam vários cenários naturais nas cidades, envolvendo grande número pessoas das comunidades. Ocorrência: Agudos, Balbinos, Bocaina, Boracéia, Dormélia (Agudos), Getulina, Itaju, Macatuba, Mineiros do Tietê, Pederneiras.  

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Encontro de Folias de Reis

É tão expressiva a presença das Folias de Reis ao Norte e Noroeste paulista que muitos dos municípios da região realizam grandes Encontros de Folias de Reis que chegam a mobilizar acima de 50 grupos em cada um, afluxo de devotos e fartura de comezainas. No calendário dos eventos buscam os organizadores nos muitos municípios não coincidir datas, o que em muitos momentos torna-se inevitável, estendendo-se os mesmos até o mês de Maio, com interrupções pelo período quaresmal, e até mesmo pelo 2º semestre.  …

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