Artesanado de Palha de milho, da cidade de Redenção da Serra. Artesã Giselda. Fotografia de Reinaldo Meneguim

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Encontro de Batelões

No Médio Tietê, no principal dia da Festa do Divino, ocorrem os encontros fluviais das Irmandades do Divino em grandes batelões – os famosos Encontros de Batelões. Os batelões são grandes barcos capazes de transportar, em alguns casos, ate 40 pessoas, impulsionados por varejões ou por remos. Até pouco tempo os Irmãos do Divino seguiam de pouso em pouso (os sítios na zona rural que acolhem a bandeira/folia, dando-lhes pernoite). Hoje ainda são muitos os pousos (os donos das casas recebendo os amigos e devotos…

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Chiba

Versão do fandango no Litoral Norte, compreendendo as modas próprias para os bate-pés, palmeados e os grandes figurados, com acompanha mento de violas. Participam pares e as mulheres só executam os bailados, não os sapateados. Ocorrência: Caraguatatuba, Ilhabela, São Sebastião e Ubatuba.  

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Marimba

Muito comuns nas culturas bantu da África negra, as marimbas transmigraram na bagagem do negro escravizado e se popularizaram no Brasil. Correspondentes nos círculos eruditos aos xilofones, são instrumentos percussivos melódicos constituídos de uma série de lâminas de determinados tipos de madeira, em números variáveis, afixados em pequenas traves ou arcos, tendo por ressoadores, pequenos coites (cabaças), cortados pela metade e afixados por baixo de cada lâmina. Serviam, então, ao lado de outros instrumentos também chegados nas bagagens dos negros escravizados, de base rítmica, com…

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Pastoria

Pastorias do Senhor Menino ou Companhias de Pastores são grupos constituídos por homens vestidos à moda de pastores e longos cajados enfeitados com fitas, que percutem no chão enquanto se movimentam. Com cantos dolentes e declamação de loas, encenam a viagem dos pastores de Belém, visitando as casas e os presépios na comunidade. Ocorrência: Caconde e Campinas.

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Cabeções

Santana de Parnaíba é hoje o último reduto de Cabeções ou Cabeçorras. Pela desproporcionalidade que provocam com os corpos, dos que as envergam, se assemelham a anões, sendo este o seu traço fundamental. Confeccionadas com a técnica do empapelamento com diversidade de personagens, animam o carnaval da cidade e outros desfiles populares, sempre associadas aos bonecos gigantes, provocando estranhamento pelo contraste.

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Viola

É bastante fácil encontrar violeiros por todo São Paulo. Violas e rabecas, sempre associadas, existem em grande número em todo o Litoral Sul e Vale do Ribeira, com uma peculiaridade: são fabricadas na própria região. Companheira fiel das horas de folga dos caiçaras, para quem a viola, portadora de seus sentimentos, fala e chora, costuma receber na região o nome de viola branca pela cor da madeira de que e feita, a cacheta. E a própria viola caipira. Quando querem dizer que o baile será…

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